|
|
|
![]() |
Notícias
do Fórum:
POLÍTICAS DE DISTRIBUIÇÃO DE RENDA
20 DE MARÇO
Erradicar a pobreza é a segunda abolição
Mais da metade da população brasileira - cerca de 80 milhões de pessoas - vive com menos de US$ 2,00 por dia. Para acabar com a pobreza, seria necessário investir apenas 0,75% do PIB nacional durante quatro anos.
O Brasil só conseguirá acabar com a pobreza se o novo presidente, a ser eleito em outubro próximo, adotar novas políticas públicas e começar a implantar uma profunda reforma social. A exigência foi um consenso entre os três debatedores do terceiro painel do fórum Brasil em Questão - A Universidade e a Eleição Presidencial, realizado na quarta-feira (20 de março) no Centro Comunitário da UnB.
O tema do debate foi Políticas de Distribuição de Renda e contou com a participação de mais de 1,5 mil estudantes, professores e funcionários, além dos três palestrantes: o ex-reitor da UnB e ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque; o economista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), André Urani, e o professor da Unicamp e atual secretário municipal de Desenvolvimento e Trabalho de São Paulo, Márcio Pochman.
O moderador do painel e professor da UnB, Cristovam Buarque, deu um grito de alerta logo na abertura. Sugeriu que o debate na universidade se transforme num movimento nacional pela segunda abolição no Brasil. Desta vez, livrar-se de uma outra escravidão que é a pobreza. "Os candidatos à presidência da República têm de ter a erradicação da pobreza no Brasil como prioridade", comentou o educador. Buarque propôs ainda que a sociedade pressione o Congresso Nacional e o governo para garantir aos pobres acesso a serviços essenciais: alimentação, educação, saúde, transporte e moradia.
Ao abrir o debate, o reitor da UnB, Lauro Morhy, afirmou que o tema distribuição de renda é um dos mais importantes do fórum promovido pela UnB, por ser um assunto palpitante e que inquieta todo o quadro social brasileiro. Segundo ele, a reflexão realizada pela universidade procura demonstrar que "não se pode deixar que este quadro injusto da desigualdade social e de renda permaneça, sendo necessário propor mudanças efetivas". E essa é a hora. O ex-governador Cristovam lembrou que o poder da escolha é uma das qualidades da democracia.
A cada quatro anos, há eleições presidenciais. "É hora de mudar a realidade. Que os candidatos tragam sonhos e tenham competência para transformá-los em realidade, mudando uma sociedade que tem uma das piores concentração e distribuição de renda do mundo".
O professor da UFRJ, André Urani, foi o primeiro a expor suas idéias sobre a desigualdade. Munido de estatísticas reais, porém reais, o ex-secretário de Trabalho do RJ disse que a pobreza - uma mazela que atinge 45 milhões de brasileiros - é o problema mais urgente a ser resolvido, de maneira a garantir uma melhor distribuição da renda. Para isso, ele defende uma profunda mudança nas políticas sociais. Segundo Urani, se o país tivesse uma distribuição compatível com o seu crescimento econômico, hoje, haveria 60% a menos de brasileiros pobres. "É possível reduzir todas essas desigualdades no Brasil. A Itália conseguiu superar 30% da desigualdade em dez anos. Por que não podemos?" , indaga Urani, muito aplaudido pela platéia.
O secretário de Desenvolvimento e Trabalho de São Paulo, Márcio Pochman, lembrou as palavras do educador Paulo Freire de que todo sonho sonhado por muitos se torna realidade. "É o caso do Brasil. Devemos sonhar com uma melhor distribuição de renda", analisa o economista da Unicamp. Ele condenou as políticas que estão sendo implantadas nos últimos anos. "Estão apenas contribuindo para aprofundar a desigualdade". Segundo ele, é preciso criar um compromisso da sociedade com o crescimento econômico e ao mesmo tempo com a exigência de se fazer uma reforma social e nas políticas sociais.
Cristovam Buarque finalizou o debate sobre distribuição de renda lembrando a importância de colocar esse tema na agenda dos candidatos. "Há um grande vazio de propostas para a erradicação da pobreza entre todos os candidatos. Eles estão presos ao pensamento econômico, mas têm pouco compromisso com a ética". Para o ex-governador do DF, tirar os pobres da pobreza é um compromisso ético.
O próximo debate acontecerá às 10 horas do dia 3 de abril, no Centro Comunitário da UnB e o tema será Infra-estrutura Nacional. E, a partir do dia 7 de agosto, os candidatos à Presidência da República virão à UnB para apresentar suas propostas de governo. Não Perca.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social da UnB. Participaram dessa cobertura os jornalistas Ariane Abrunhosa, Rodrigo Caetano e Welington Fonseca. Apoio técnico de Branca Reis e fotos de Ornil Júnior.
|
Voltar ao Início |

Trio do Departamento
de Música da UnB toca a peça Sonata, do compositor francês Francis Poulen,
no terceiro painel do fórum Brasil em Questão
Três alunos do departamento de Música da Universidade de Brasília (UnB) brindaram o público que participou do fórum Brasil em Questão - A Universidade e a Eleição Presidencial com a peça Sonata, do compositor francês Francis Poulenc. O som suave e calmo abriu o caloroso painel Políticas de Distribuição de Renda, realizado na quarta (20 de março) no Centro Comunitário da UnB.
Os
músicos Keyla Sílvia (trompa), Nicolau Lafetá (trompete) e Lucas Borges (trombone)
dividiram a apresentação da obra Sonata em três momentos distintos: Allegro,
Andante e Rondeau. A combinação de sons desses instrumentos de sopro resultou
numa combinação harmoniosa. A apresentação chamou atenção de todos e foi muito
aplaudida.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social. Foto: Ornil Júnior
| Voltar ao Início |
![]() |
O DEBATE |
|
![]() |
O
DEBATE "As Universidades brasileiras se encastelaram em debates seguimentados e paroquiais. A UnB está dando um exemplo chamando gente de fora, não só de Brasília, para pensar o país e para colocar a Universidade a serviço deste país. Então, realmente, acho que pode ser o início de alguma coisa muito auspiciosa." MUDAR O IMAGINÁRIO "A questão da distribuição de renda tem de ocupar o centro da agenda. Não é subordinada à questão do desenvolvimento ou crescimento. Isso passa por uma radicalização do processo democrático em nosso país. Avançamos ao longo das últimas duas décadas em termos de democracia político partidária. Agora temos que consolidar esse esforço. Tornar o Brasil mais completo no campo social e no campo econômico. Temos que democratizar o acesso à riqueza. Precisamos mudar nosso imaginário quando pensamos este país no sentido de priorizar os que estão por baixo neste momento. E tudo isso pressupõe uma ampliação do espaço público, que surja da cooperação entre diferentes níveis de governo, da iniciativa privada e da sociedade civil organizada e que juntos, sejam capazes de gerar esse ambiente mais democrático." André Urani |
|
![]() |
O DEBATE "A Universidade cumpre uma obrigação de maneira gloriosa. Por um lado, é uma obrigação da Universidade participar. Pelo outro, é um gesto extremamente generoso de sair do seu dia-a-dia e mergulhar na campanha eleitoral. Estamos numa encruzilhada, vamos eleger um presidente que pode levar o país, para um lado ou para outro. O que o próximo presidente fizer define os 20 anos seguintes e não podemos ficar fora disso. A Universidade de Brasília pode ser o elemento de provocação do tema da erradicação da pobreza no Brasil. Eu fico feliz de estar participando disso." ALÉM DA UNIVERSIDADE " Precisamos levar isso para o resto do Brasil, cobrar dos presidenciáveis, colocar na mídia perguntas que provoquem, aí a gente começa a influir. Talvez seja esse o grande desafio deste encontro fazer perguntas incômodas para os candidatos. Uma pergunta poderia ser o que o Sr. candidato vai fazer para que, nesse país, ninguém seja excluído dos bens e serviços essenciais, como comida, educação, saúde, transporte público e um lugar onde morar com coleta de lixo e esgoto. Pois, para dizer que vai dar isso tudo está cheio de candidatos. De boas intenções a eleição está cheia. Agora, de como vai fazer, de onde vai tirar o dinheiro, quem vai pagar o preço, não está tendo" Cristovam Buarque |
| Voltar ao Início |
Curriculum dos debatedores de "Políticas de Distribuição de Renda"
Cristovam Buarque
Doutor em Economia pela Sorbone, o ex-governador do Distrito Federal se define como educador. Autor do projeto Bolsa-Escola, Cristovam foi reitor da Universidade de Brasília (UnB) no período de 1985 a 1989. Atualmente, é professor do Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB e preside a ONG Missão Criança (www.missaocriança.org.br). O pré-candidato do PT ao Senado Federal pelo DF publicou diversos livros como A Cortina de Ouro e Admirável Mundo Atual , além de escrever artigos para jornais e sites de educação.
Contato: cbuarque@tba.com.br
André Urani
Professor e pesquisador do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Urani é doutor em Economia pelo DELTA de Paris (França). Fez o bacharelado e mestrado em Economia na PUC-RJ. Foi Secretário Municipal do Trabalho da Cidade do Rio de Janeiro (1997-2000) e, atualmente, é presidente do Conselho de Administração do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS). Também é consultor de organismos internacionais, colunista e integrante do Conselho da revista eletrônica Notícia e Opinião (www.no.com.br).
Contato: aurani@no.com.brMárcio Pochman
Economista, professor e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e do Trabalho da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É o atual secretário municipal de Desenvolvimento e Trabalho de São Paulo. O autor do livro A Década dos Mitos é um renomado especialista em questões de desemprego, trabalho e renda.
Contato: marciop@prefeitura.sp.gov.br| Voltar ao Início |
Cristovam Buarque é um homem de idéias. O ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB) e atual professor do Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB aproveitou o debate realizado na quarta-feira (20 de março) no Centro Comunitário para lançar mais uma idéia. Na verdade, um movimento. Cristovam diz que precisamos acabar com a pobreza dos brasileiros, ou o que ele chama de segunda escravidão. É bom lembrar que foi assim, dentro das salas da universidade, que surgiu o programa Bolsa Escola - projeto que estimula a criança a estudar e está sendo difundido por todo o mundo. Confira a entrevista abaixo dada à jornalista Ariane Abrunhosa, da Assessoria de Comunicação da UnB:UnB - O que seria esse movimento?
Cristovam Buarque - A segunda abolição no Brasil seria mobilizar o povo brasileiro para que os recursos públicos neste país, definidos pelo Congresso, sejam canalizados em primeiro lugar para atender as necessidades do povo brasileiro, do povo excluído, porque os outros já estão tendo. Este que é o movimento, do jeito que havia no século XIX, um movimento para que a princesa assinasse uma lei dizendo que os escravos são livres. Agora, precisamos fazer um movimento para que os deputados, as câmaras de vereadores e assembléias legislativas de cada lugar, na hora de elaborar o orçamento com dinheiro público, levem em conta as necessidades básicas, essenciais de todo o povo. Especialmente, na área de educação. Já faz tempo que eu venho propondo isso em diversas Universidades.UnB - Como fazer isso?
Buarque - Primeira coisa, alguém precisa fazer um panfleto, criar um site com o endereço do movimento e, a partir daí, divulgar para as pessoas até agosto. Quando chegar em agosto é pegar a proposta do orçamento que o presidente da Republica vai encaminhar ao Congresso e trabalhar esse orçamento. Isso pode ser feito através do computador, já que é uma coisa simples de fazer. Eu fiz isso com jovens de 17 anos no colégio Marista. Trabalhar, então, uma proposta alternativa de orçamento voltada para a segunda abolição, e aí, finalmente, cercar o Congresso, mobilizar o Congresso para que aprovem esse orçamento.UnB - Por que lançar esse movimento na universidade?
Buarque - A minha idéia é que os jovens criem um movimento pela erradicação da pobreza ou pela segunda abolição, o nome fica mais bonito. Como se eles estivessem no século XIX lutando pela abolição. É o jovem que carrega as bandeiras, nem sempre são eles que criam as bandeiras, em geral são pessoas mais velhas, mas enquanto a juventude não as agarra ficam subjacentes. Então, eu desejo muito que essa juventude desperte para isso sabendo que isso é uma necessidade deles, porque são eles que vão viver num mundo terrível se a gente não tomar as medidas certas para acabar com esse corte social que há no Brasil.UnB - Por que razão o Brasil não combate a pobreza?
Buarque - O Brasil não combate a pobreza é pela lógica, não é pela maldade, não é por interesse de classe dos ricos contra os pobres, porque daria para acabar com o quadro de pobreza sem sacrifícios para os ricos. Não se faz por que há uma lógica de que aumentando a riqueza; ela se espalharia. A maneira de aumentar a riqueza é o crescimento econômico. Então o governo, em vez de gastar dinheiro em escola, faz uma hidroelétrica porque gera indústria e indústria gera emprego e emprego do pai dá escola para o filho. Isso foi uma grande mentira que foi dita, mas uma mentira que se acreditava, não era por maldade, há uma lógica. Não são somente os de direita que acreditam nessa mentira, tem muita gente de esquerda que acredita nisso, em todos os partidos tem gente que acredita que o crescimento econômico é o caminho para erradicar a pobreza. O Brasil precisa de crescimento econômico para aumentar a riqueza, porque nós precisamos de um país rico. Agora, para erradicar a pobreza o país não precisa aumentar a riqueza, nem o crescimento econômico, mas precisa aumentar o número de escolas, pagar melhor os professores, garantir renda para que os pais possam manter seus filhos na escola. E o mesmo para saúde, para água e esgoto
| Voltar ao Início |
Opinião de quem participou do debate
Povo fala sobre as Políticas de Distribuição de Renda
![]() |
"Para
melhorar a distribuição de renda é preciso investir em educação. O salário
tem de aumentar. A renda precisa ser correspondente ao nível das pessoas" Melissa Popoff, 22 anos, estudante do 8º semestre de Ciências Políticas |
![]() |
"Podemos
melhorar a distribuição de renda através da taxação das grandes fortunas,
dessa forma conseguiríamos ter uma distribuição mais eqüitativa da nossa
riqueza, pois são poucas pessoas que possuem muito dinheiro e uma grande
maioria que não possue absolutamente nada. Então, não teria importância
tirar um pouquinho e distribuir para os miseráveis. " Roni Ferro, 37 anos, estudante de Ciências Contábeis |
![]() |
"A
distribuição de renda está muito mal. Deveria haver uma revisão neste
quadro, porque os ricos estão cada vez mais ricos e os pobres cada vez
mais pobres. Vivemos dificuldades grandes com o desemprego. Precisa haver
uma reforma na legislação para beneficiar os trabalhadores". Glícia de Medeiros Paiva, 51, assistente social, desempregada |
![]() |
"A
distribuição de renda é muito desigual. É preciso investir na educação.
Somente quando tivermos um patamar de igualdade na educação é que vamos
conseguir uma distribuição de renda mais igualitária." Lúcia de Fátima Lima Caixeta, 18 anos, estudante do 4º semestre de Geografia |
![]() |
"A
distribuição de renda é o problema mais grave que afeta o Brasil. Aproximadamente
1% da população detém de 20% a 30% da riqueza do país. Isso gera violência
e vários outros problemas sociais. Para mudar, precisamos investir em
educação, geração de emprego, reforma agrária e em reforma tributária,
porque os grandes pagam pouco e os pequenos pagam muito imposto." |
![]() |
"Eu
acho que se discute muitas políticas globais e pouco sobre as locais,
que visem mudanças regionais." Antoniel Botellho Marques, 24 anos, estudante do 4º semestre de Filosofia |
![]() |
"O tema é de muita relevância, principalmente, para nós estudantes que
vamos mudar o Brasil no futuro. Eu acho que as questões foram muito bem
colocadas, estou muito mais preparado a fazer perguntas para os futuros
candidatos, agora, do que antes dessa palestra." Diego Barro Maia, 19 anos, estudante do 2º semestre de Direito |
![]() |
"A
gente fica esperando por mais ações. A gente precisa que essas coisas
se concretizem. O Cristovam precisa ser mais escutado para podermos produzir
este momento da segunda abolição" Maria José de Souza, 50 anos, geógrafa |
![]() |
"É
importante ouvirmos pessoas que são cientistas, que possuem base para
falar, e não somente os políticos. Eles apresentaram as soluções concretas
e possíveis" |
![]() |
"Foi muito interessante. Precisa haver muito mais fóruns como estes e
a participação tem que ser maior. Você não pode discutir nada neste país,
antes da erradicação da pobreza" Victor Oliveira, 23 anos, estudante do 5º semestre de Engenharia Florestal |
![]() |
"Enriqueceu
o conhecimento da gente. Mostrou o que é ser pobre e rico, e a posição
que o Brasil se encontra em relação a isso. Os três são de uma inteligência
brilhante, principalmente, o Cristovam. Ele definiu o que é Bolsa Escola,
explicou que não tem intenção de enriquecer ninguém, mas enriquecer culturalmente,
porque é voltado para educação" Juliana Costa Diniz, 19 anos, estudante do 3º semestre de Pedagogia |
![]() |
"O
debate foi de alto nível. Uma melhor distribuição de renda se dá com a
extinção da corrupção no país, pois teríamos um crescimento com mais dignidade"
adianta". Irene Nogueira Silva, 57 anos, professora aposentada |
![]() |
"Foram
apresentados três enfoques diferentes sobre a desigualdade de renda no
Brasil. Isso ajuda a gente a ter uma visão crítica. E o mais importante
é que o problema da desigualdade precisa ser enfrentado por todos os brasileiros.
A primeira forma de enfrentar são as eleições escolhendo o candidato que
tiver a melhor proposta" Roberto Marinho Alves, 37 anos, doutorando em Desenvolvimento Sustentável |
![]() |
"Os
temas foram bem expostos. Mostrou que a elite no Brasil é também a classe
média. E colocou os alunos para pensar sobre a distribuição de renda e
como pressionar os presidenciáveis para estas questões" Leonardo de Farias Pereira, 24 anos, 6º semestre de Biblioteconomia |
![]() |
"Hoje
foi muito mais didático e objetivo que os debates anteriores. Eles de
fato apresentaram posições de modo mais concreto que nos levam a pensar
e a questionar os candidatos à presidência. O mais importante foi a proposta
de uma mudança e da gente observar criticamente o que os candidatos vão
estar falando na suas campanhas" Juliana Aires, 20 anos, estudante do 6ºsemestre de Letras |
![]() |
"O
debate coloca as pessoas para pensar um pouco sobre o novo presidente.
Tem de ser uma idéia muito boa para que depois de 10 ou 15 anos ainda
se dê continuidade ao que esse governo está implementando" Magno de Assis, 37 anos, servidor público da UnB |
![]() |
"O
Cristovam está sugerindo que nos mobilizemos em prol do que achamos justo.
Eu já fiz isso na prática, na cidade de Marabá, na Amazônia. Criei, com
outras mulheres, um projeto chamado Gente Feliz, para educar as crianças.
Vamos ver se as pessoas saem daqui mobilizadas, percebendo que não é somente
o governo que tem que fazer" Janine Mena Barreto da Silveira, 50 anos, professora de Francês |
Fonte: Assessoria de Comunicação Social. Entrevista à jornalista Ariane Abrunhosa. Fotos: Ornil Júnior
| Voltar ao Início |
Assessoria
de Comunicação Social / UnB - 307-2028/2246 -
acs@unb.br
Designer: Reverson dos Anjos - anjou@ig.com.br