Pensando a Comunicação Comunitária
Comunicar é uma atitude de todas e todos. Das conversas de vizinhança até o uso de programas de bate-papo pela internet, estamos trocando idéias e formando opiniões. Não é à toa que quando alguém imposta a voz e sabe falar em público, logo é considerado como comunicativo. Indivíduos, grupos de amigos, bandas locais, rádios livres e comunitárias – a comunidade em si – estão sempre buscando caminhos para se expressar. Logo, Comunicação não é apenas algo que o mercado nos vende. Alternativas simples como a veiculação de zines ou de uma Rádio Web aumentam a participação das pessoas em atitudes diretas que ajudam a defender a Comunicação como um direito de todos.
No desenvolvimento da competência comunicativa, os indivíduos agregam novos elementos à sua visão de mundo, como o entendimento das relações sociais e das estruturas de poder. Desenvolvem, assim, uma leitura crítica dos meios de comunicação de massa convencionais e tornam-se mais capazes do exercício de cidadania. A Universidade e a Comunidade
A tríade ensino, pesquisa e extensão constitui o elo indispensável entre os diversos atores sociais e legitima o caráter público da universidade. Ao voltar-se para a comunidade, a academia oferece tanto quanto recebe e contribui para o desenvolvimento de ações comunitárias pertinentes.
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