

Caracterização de viroses, viroídes e fitoplasmas-
Emprega-se várias técnicas de biologia
molecular
para análise de proteínas e
ácidos nucleicos como PCR, clonagem
de genes,
sequenciamento
genético, expressão de proteínas em sistemas eucariotos
e procariotos. Esta
linha
visa principalmente a elucidação do genoma viral através
da identificação dos genes e
proteínas
estruturais e não estruturais, e da
organização e expressão do genoma
destes
patógenos.
Estes estudos permitem a
determinação da posição
taxonômica destes
organismos,
bem como se determinar a variabilidade genética deste fitopatógenos
no Brasil.
Visa
também a expressão de proteína em vetores apropriados
para obtenção de antissoros
específicos
que permitem estudos de função
proteica e implicação
ultraestrutural via
imunomarcação
e microscopia eletrônica. Atualmente estamos
caracterizando espécies de
tospovírus,
geminivirus, complexo de viroses do alho, complexo do mosaico
do milho e um
novo
vírus que afeta mamoeiro. Temos também dados
sobre a variabilidade de fitoplasmas
em
diversas espécies de plantas.
Produção de Kits - Através
do estudo de proteínas
e ácidos nucleicos destes
fitopatógenos
visamos a produção de kits diagnósticos
sorológicos e moleculares (como
sondas
e primers específicos e universais em PCR). Esta área
é carente no Brasil pois para
vários
vírus importantes ainda não se encontra disponíveis
material nacional para este fim.
Temos
disponibilizados antissoros específicos
para espécies de tospovírus,
vírus de
mamoeiro,
viroses do milho, primers e sondas
para tospovírus e geminivírus,
primers
universais
e sondas específicas para viroses do alho, primers
universais para fitoplasmas,
sondas
para viroses do complexo mosaico do milho, sondas para a novo vírus
do mamoeiro.
Resistência genética - Além da integração
em programas de melhoramento genético para
resistência
a vírus, principalmente em hortaliças,
nossa linha de pesquisa
envolve a
obtenção
de resistência transgênica, através da transformação
de plantas com genes virais
estruturais
e não estruturais. Também o
sistema transgênico é utilizado para
estudo da
função
proteíca e replicação do vírus. Atualmente
desenvolvemos dois programas visando
resistência
a tospovírus em alface, tomate e outras solanáceas utilizando-se
RNAs defectivos
interferentes,
genes da proteína do nucleocapsídeo e genes da proteína
do movimento dos
vírus
em planta.
Nosso Grupo de Pesquisa que possue uma grande interação com
unidades da Embrapa
como
o CNPH e CENARGEN, vem desenvolvendo linhas de pesquisa em
virologia vegetal.
Abragem-se
as áreas de caracterização de vírus, viróides
e fitoplasmas, produção de
kits
sorológicos
e moleculares para detecção destes patógenos e
a proteção transgênica contra
infecção
de fitoviroses.
Aproveitando o material humano disponível e as
instalações já existentes, reforçados
com
os recursos de projetos de pesquisa financiados junto ao CNPq, FAP-DF,
EMBRAPA e
PRONEX,
pretende-se introduzir, adaptar e também
desenvolver novas metodologias,
visando
a caracterização de vírus, viróides e fitoplasmas
que causam prejuízos em culturas
economicamente
importantes no Centro-Oeste e no Brasil como hortaliças, fruteiras
tropicais
e
temperadas e grandes culturas como milho e soja,
através de técnicas imunológicas
ou
moleculares
altamente sensíveis e específicas. Após a completa
caracterização molecular, a
meta,
a ser alcançada em prazo maior, seria a produção de
"kits" de diagnose de fácil manejo,
sensíveis
e de baixo custo, que poderiam ser
comercializados por empresas privadas,
visando
essencialmente atender às nossas necessidades.
Nossas pesquisas também visam testar o maior número
possível de genótipos de várias
culturas
visando a obtenção de material resistente
a estes fitopatógenos. A obtenção
de
resistencia
transgênica também é considerada principalmente naquelas
culturas onde não se
encontra
genes naturais de resistência a fitoviroses. O treinamento e resultados
dos projetos
de
pesquisa são divulgados através
de discussões conjuntas, mini-cursos,
além de
seminários,
cursos regulares de pós-graduação, demonstrações
práticas, e participação em
congresso.
1.
Resende, R. de O. 1993. Generation and Characterization
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2.
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3.
Resende, R. de O., de Haan, P., van de Vossen, E., de Ávila
A.C., Goldbach, R. & Peters, D.
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4.
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Engineered
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6.
Resende, R. de O.; Pozzer, L.; Nagata, T.; Bezerra,
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