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Departamento de Fitopatologia |
Dissertações | Egressos | Regulamento | Teses | |||
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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOPATOLOGIA |
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Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia (PPG-FIT) iniciou suas atividades em 1976, com o Curso de Mestrado em Fitopatologia. O Curso de Doutorado foi criado em 1991, tornado viável graças à participação de pesquisadores altamente qualificados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) em convênio com a Universidade de Brasília. Atualmente, o Programa detém o conceito 5 da CAPES. O Programa oferece Mestrado Acadêmico e Doutorado, na área de concentração ‘Doenças Parasitárias de Plantas’. O Mestrado visa promover competência científica para docentes e pesquisadores, e o Doutorado visa promover, via estudos avançados, a formação de profissionais de alto nível que possam atuar como docentes e líderes de pesquisa. Atualmente estão em andamento projetos conjuntos com a Embrapa-Hortaliças (Brasília, DF), Embrapa-Arroz e Feijão (Goiânia, GO), Embrapa Semi-Árido (Petrolina, PE) e Embrapa-Cenargen (Brasília, DF). O corpo docente permanente (DP) da UnB é constituído por 13 professores, sendo dez da Universidade de Brasília e três da Embrapa. Dez são bolsistas de pesquisa do CNPq, sendo 3 (três) pesquisadores nível I (vide link ‘docentes’). Os Drs. José C.Dianese (aposentado) e Carlos A. Inácio (especialista em Ascomycetos) são colaboradores credenciados a orientar no Programa. O Professor Emérito Cláudio Lúcio Costa (Vetores de Vírus de Plantas) continua a tomar parte das atividades do Curso. Vários posdocs estão ou foram ligados ao PPG-FIT. Atualmente, o Dr. Érico Dianese atua na área de Virologia Vegetal (PNPD CAPES). Duzentas e cinco Dissertações de Mestrado já foram aprovadas ao longo do período de existência do programa (até fevereiro de 2011). Cerca de 40% em fungos fitopatogênicos, 25% em virologia vegetal, 20% em bacteriologia, 15% em nematologia. Três dissertações tiveram como temas fitoplasmas e viroides. No período em referência, atuaram como orientadores 22 professores da Universidade de Brasília e 13 pesquisadores altamente qualificados da Embrapa. A contribuição dos profissionais credenciados da Embrapa representa um total de 33 orientações de dissertações orientadas até a conclusão (16%) enquanto a dos docentes da UnB é de 172 (84%). Em termos históricos, somadas as três décadas de orientações de mestrado, destacam-se os Profs. J.C. Dianese, A. Takatsu e E.W. Kitajima somando um total de 59 dissertações orientadas. Mais recentemente, destacam-se os Profs. S.P. Huang (já falecido), R.O. Resende, J.E. Cares, C.H. Uesugi, A.C. Café Filho, Marisa Ferreira e L.E.B. Blum, somando 54 dissertações de mestrado orientadas. Quarenta e cinco Teses de Doutorado foram defendidas desde 1995 (até fevereiro de 2011). Destas, 37 (82%) foram orientadas por docentes da UnB e 8 (23%) por pesquisadores credenciados da Embrapa. R.O. Resende orientou 7 teses, J.C. Dianese 6, C.A. Lopes, 5, A.C. Café Filho, 5, C.H. Uesugi, 5 e L.E.B Blum, 5. Dez outros orientadores orientaram uma ou duas teses de doutorado. |
No que se refere à produção sustentada de trabalhos de conclusão, no qüinqüênio 2003-2007 foram defendidos 50 trabalhos de conclusão, sendo 38 Dissertações de Mestrado e 12 Teses de Doutorado. No triênio 2008-2010, foram 20 Dissertações de Mestrado e 14 Teses de Doutorado. Mais de 90% dos egressos do programa atuam em áreas afins à fitopatologia, com dois terços atuando diretamente em pesquisa e/ou ensino de graduação e pós-graduação em variadas instituições públicas e privadas de todas as regiões brasileiras. A ênfase deste Programa de Pós-graduação continua nas pesquisas voltadas aos Cerrados, porém sem desconsiderar a atuação em outros biomas, incluindo a Amazônia. O Cerrado é a fronteira agrícola mais importante do país, onde, além da agricultura convencional, implanta-se em ritmo acelerado o plantio direto e a irrigação em pivô central, além de suportar indústrias de hortaliças e fruteiras em franca expansão. Porém, aqui persistem sérios problemas fitossanitários que limitam ou inviabilizam a produção agrícola, ou, na maioria das vezes, requerem o dispêndio de grandes somas de pesticidas. Este fato caracteriza uma agricultura de sustentabilidade questionável a longo prazo, por implicar em poluição ambiental, comprometimento das fontes de água e do lençol freático, além dos reconhecidos danos toxicológicos causados a agricultores e consumidores.
Algumas linhas de pesquisa em andamento são: a) a diagnose mais rápida e precisa de patógenos vegetais; b) o melhor conhecimento da biologia, patogenicidade e medidas de controle de organismos fitopatogênicos que afetam plantas cultivadas nos cerrados; c) o estudo de aspectos básicos de epidemiologia botânica visando o manejo de doenças de importância econômica, incluindo o estudo das práticas agrícolas e de seus efeitos como moduladores ambientais; d) a descrição, conservação e fornecimento de culturas de fungos do cerrado para laboratórios de biotecnologia, farmacêuticos e programas de controle biológico; e) a descrição e o conhecimento do papel dos nematóides de solo nos agro-ecossistemas dos cerrados, incluindo seu emprego como indicadores ambientais; f) a implantação de tecnologia para controle integrado das doenças de cultivos irrigados e protegidos; g) a taxonomia e diversidade de fungos do Cerrado; h) a diagnose e o controle de doenças de plantas ornamentais; i) o estudo de bactérias endofíticas e rizobactérias para controle biológico; j) a etiologia e diagnose de doenças bacterianas; k) a caracterização molecular de fungos e bactérias fitopatogênicas; l) a caracterização biológica e molecular de vírus; m) a produção de kits diagnose via técnicas moleculares; n) a obtenção de resistência a vírus (incluindo o sistema transgênico); o) o estudo das doenças de pós-colheita; p) a patologia de sementes; e, q) a resistência de plantas a doenças fúngicas, bacterianas e causadas por nematoides. |
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Da esquerda para a direita: C.S. Huang, C.L. Costa, H.A. Bolkan, M.T. Lin, E.W. Kitajima, J.C. Dianese, A. Takatsu e F.P. Cupertino. |
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Docentes responsáveis pela implantação da pós-gradução em Fitopatologia na Universidade de Brasília (Foto acima) |
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NOME |
QUALIFICAÇÃO |
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Armando Takatsu |
Doutoramento, Universidade de São Paulo, 1969. Bacteriologia Vegetal |
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Cláudio Lúcio Costa |
Doutoramento, Universidade de São Paulo, 1973. Virologia Vegetal - Insetos Vetores |
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Chaw-Shung Huang |
Ph. D – University of Caifornia, Davis, USA, 1968. Nematóides fitopatogênicos |
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Elliot Watanabe Kitajima |
Doutoramento, Universidade de São Paulo, 1967. Virologia Vegetal - Microscopia Eletrônica |
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Francisco Pereira Cupertino |
Doutoramento, Universidade de São Paulo, 1973. Virologia Vegetal |
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Hassan Alpine Bolkan |
Ph. D – University of California, Davis, USA, 1972. Fungos Fitopatogênicos |
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José Carmine Dianese |
Ph.D – University of California, Davis, USA, 1970. Fungos Fitopatogênicos; Fungos do Cerrado |
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Ming Tien Lin |
Ph.D – University of California, Davis, USA, 1971. Virologia Vegetal |
Docentes e pesquisadores da Embrapa atualmente atuantes no Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia
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NOME |
QUALIFICAÇÃO |
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Adalberto Corrêa Café Filho |
Ph.D. em Fitopatologia, Universidade da California, Davis, 1993. Epidemiologia e Condições Ambientais |
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Ailton Reis |
D.Sc., Universidade Federal de Viçosa, 2001. Epidemiologia/biologia de populações). |
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Alice Kazuko Inoue-Nagata |
Doutor, Universidade de Brasília, Brasil, 1997 |
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Carlos Hidemi Uesugi |
Doutorado em Agronomia, Universidade de Kyushu, Fukuoka, Japão, 1991. Bacteriologia Vegetal. |
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Denise Vilela de Rezende |
Doutorado
em Fitopatologia, Universidade de Brasília, Brasília, 1999. |
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José Carmine Dianese |
Ph.D – University of California, Davis, USA, 1970. Fungos Fitopatogênicos; Fungos do Cerrado |
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José Ricardo Peixoto |
Doutor, Universidade Federal de Lavras, Brasil, 1995. |
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Juvenil Enrique Cares |
Ph.D – University of California, Riverside, USA, 1993. Nematologia Vegetal |
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Leonardo Silva Boiteux |
Ph.D., University of Wisconsin, 2000 - Genética e Melhoramento. |
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Luiz Eduardo B. Blum |
Ph.D., Auburn University, Alabama, USA, 1994. Fungos Fitopatogênicos. |
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Marisa Álvares da Silva V. Ferreira |
Doutor, Universidade de Brasília, Brasil, 1996. Etiologia e diagnose das doenças bacterianas e fúngicas. |
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Renato de Oliveira Resende |
Ph. D, Agricultural Univ. of Wageningen, Holanda, 1993. |
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Sueli Corrêa Marques de Mello |
Doutor, Universidade de Brasília, Brasil, 1995. |
Docentes e pesquisadores da Embrapa que tiveram atuação na pós-graduação em Fitopatologia da Universidade de Brasília
Antônio Carlos de Ávila |
Doutorado em Virologia - Wageningen Agricultural University, Holland, 1992. Virologia Vegetal |
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Carlos Alberto Lopes |
Ph.D. em Fitopatologia na Universidade da Flórida, EUA (1986) |
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Cláudia Renata Fernandes Martins+ |
Dr., Universidade de Brasília, 1996. Virologia Vegetal |
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Francisco J. B. Reifschneider |
Ph. D – University of Wisconsin, USA, 1979. Melhoramento de Plantas Visando Resistência a Doenças |
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Leonardo de Brito Giordano |
Ph. D – University of Wisconsin, USA, 1980. Melhoramento de Hortaliças |
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Luiz Carlos Bhering Nasser |
Ph. D – Washington State University , USA, 1982. Patologia de Sementes |
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Márcio Elias Ferreira |
Ph. D – University of Wisconsin, USA. |
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Mário Lúcio V. Resende |
PhD - University of Bath, UK, 1995 |
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Nilton T. Vilela Junqueira |
Doutor - Universidade Federal de Viçosa, 1984. Resistência de plantas às doenças |
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Regina Maria Dechechi Gomes Carneiro |
Doutor, Universidade de Montpellier II, USTL, França |
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Renata C. V. Tenente |
Ph.D - University of London, UK, 1991. |
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Shiou Pin Huang+ |
Ph.D - University of Massachussetts, Amberst, USA, 1980 |
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Wilma Rose C. Ribeiro+ |
Ph.D. University of California, Davis, USA, Fungos fitopatogênicos. Controle Biológico. |
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