Para cobrir todos os tamanhos de terremotos - desde os microtremores de magnitude negativas até os super-terremotos com magnitudes superiores a 8.0 - foi idealizada uma escala logarítmica, sem limites. No entanto, a própria natureza impõem um limite superior a esta escala já que ela está condicionada ao próprio limite de resistência das rochas da crosta terrestre.
Magnitude e energia podem ser relacionadas pela fórmula descrita por Gutenberg e Richter em 1935
log E = 11,8 + 1,5M
onde: E= energia liberada em ergs e M=magnitude do terremoto.
O terremoto do Chile liberou energia equivalente a 28.2 anos de produção
da Usina de Itaipu, operando com potencia plena (12,6 GW).
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No gáfico a distância do foco do sismo, em termos de tempo
entre as chegadas das ondas P e S, é de 24 segundos. A máxima
amplitude da
onda é 23 mm. Conectando estes dois pontos encontra-se a magnitude do do sismo = 5.0 Cada acréscimo no grau da escala de magnitude representa um aumento de 10 vezes na medida da amplitude de uma onda e um incremento aproximado de 32 vezes da energia liberada. Na prática existem diferentes maneiras e métodos de determinar magnitudes mas todas elas podem ser relacionadas entre si. Atualmente, a tendência é utilizar a magnitude baseada no momento sísmico, que representa uma medida com significado físico. |
Charles
Richter lendo um sismograma.